Confira a entrevista com um dos jurados do Prêmio: o professor Joaquim Falcão

27 de Agosto de 2018

Confira a entrevista com um dos jurados do Prêmio: o professor Joaquim Falcão

O professor de Direito Constitucional da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Joaquim Falcão, é um dos jurados do 8º Prêmio de Inovação em Seguros da CNseg

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Em 19 de dezembro de 2018, a CNseg realizará, no Rio de Janeiro, a cerimônia de premiação dos vencedores do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, cujas inscrições vão até o dia 28 de setembro.

O Prêmio, que está em sua 8ª edição, tem, entre seus jurados, o professor de Direito Constitucional da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Joaquim Falcão. Ele é doutor em Educação pela Universidade de Genebra e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL).

Em entrevista para o portal da CNseg, Joaquim Falcão defende o papel do seguro no planejamento e mitigação de riscos, dando garantia a empresas e pessoas. Confira!

Como você vê a cultura da prevenção ao risco no Brasil?

É um longo processo educativo tanto dos clientes, das empresas, quanto dos governos. É um processo educativo permanente. É aprender a ver a vida não como algo “certo” ou “errado”, e sim com os custos e benefícios incertos, sempre envolvidos.

O que é inovação no mercado segurador?

Inovar é ampliar mercado. O poder do futuro está nas mãos do cliente, esse é o foco principal.

Como o seguro contribui para o desenvolvimento da sociedade?

Uma sociedade que tem o objetivo de crescer precisa assumir riscos. Os riscos são inerentes às atividades empresarias. Para crescer, no entanto, é preciso planejamento. É preciso planejar para saber quais as probabilidades de sucesso e também de fracasso. Em alguns momentos, não é possível evitar o fracasso em certo empreendimento, mas é possível estar preparado para o momento em que ele chegar. Por isso a importância dos seguros. Ele dão a garantia de continuidade de que empresas e pessoas precisam para manter o desenvolvimento ativo.

Que outras iniciativas podem fomentar a cultura do seguro?

Talvez, uma análise minuciosa das demandas judiciais – recém-ajuizadas, em andamento e já resolvidas – com preparação de relatórios e apresentação dos maiores problemas judicializados. Os seguros saúde no Brasil e no mundo, por exemplo, poderiam ter uma atuação focada e enérgica nas questões carentes de melhoria.

Qual o seu conselho para quem pretende desenvolver um projeto de inovação relacionado ao seguro?

Tente. Erre. Acerte. Erre. Tente outra vez.

Lembrar-se de Luís de Camões:

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

Muda-se o ser, muda-se a confiança;

Todo o mundo é composto de mudança,

Tomando sempre novas qualidades”.

*Permitida a reprodução desse material, desde que citada a fonte
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