Histórias inspiradoras de lideranças femininas do setor de seguros marcam o Dia Internacional da Mulher

09 de Março de 2018

Histórias inspiradoras de lideranças femininas do setor de seguros marcam o Dia Internacional da Mulher

Durante o 3º Encontro de Mulheres do Mercado Segurador, executivas apresentam suas experiências profissionais

titleA presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes (no canto esquerdo, com o microfone), fala aos presentes sobre os desafios do setor e a necessidade de se atuar com determinação e ética

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, nesta quinta-feira (08), o 3º Encontro de Mulheres do Mercado Segurador – promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) e pela Comissão da Mulher do Clube de Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) – foi marcado por depoimentos inspiradores de quatro importantes lideranças do setor: Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Lana Carvalho, diretora-executiva da Ômer Corretora e VivaVida; Maria Beatriz Negrini, presidente do Grupo Negrini;  e Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros).

Durante sua palestra, a presidente da FenaSaúde destacou os desafios do setor e a necessidade de se atuar com determinação e ética: “A saúde suplementar é um setor complexo, onde a tomada de decisão exige muito equilíbrio, porque estamos tratando do bem maior de uma pessoa que é sua saúde. Boa parte da incompreensão que o seguro tem se deve às expectativas do consumidor, por isso é preciso trabalhar com sinceridade para não frustrar essas expectativas. Nesse sentido, a profissional que atua no mercado de seguros gera uma maior percepção de confiança, por parte do segurado”.

A ética também foi o tom da apresentação da corretora Lana Carvalho, que, há mais de vinte anos atua no segmento de planos de saúde. “Trabalho em um setor no qual os desafios não são poucos, mas sempre me pautei pela ética e acho que, por isso, nunca tive um cliente insatisfeito”, afirma. Já Maria Beatriz Negrini destaca o papel da mulher na coletividade: “As conquistas se impõem pela capacidade ativa em participar de todas as atividades da sociedade”.

Por fim, Maria Helena Monteiro ressaltou o resultado do estudo coordenado pela Escola Nacional de Seguros com base na antiga pesquisa Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. “De 2001 a 2015, o número de núcleos comandados por mulheres subiu de 14,1 milhões para 28,9 milhões. No período, o número de mulheres, que se tornaram chefes de família, passou de 1 milhão para 6,8 milhões nos casais com filhos. Nas uniões sem filhos, subiu de 339 mil famílias para 3,1 milhões”.

Mulher no Comando – Chamou a atenção, no encontro, a presença da tenente-coronel Clarisse Antunes Barros, há 27 anos na Polícia Militar do Rio de Janeiro e, atualmente, chefe do Grupamento Aeromóvel da PM, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo de comando de uma Unidade Aérea Militar no Brasil. Clarisse comanda 210 policiais, dos quais 10% são do sexo feminino. "Nunca me coloquei na posição de mulher. Sou mais um militar na Corporação", define.

De acordo com tenente-coronel Clarisse, o principal problema na PM hoje é de gestão.  “Consegui economizar cerca de R$ 2 milhões do orçamento, cortando despesas com terceirizados e deixando a manutenção a cargo dos militares comandados. Uma nova economia também foi possível trazendo para o Hospital da PM em Niterói - onde fica a base dos helicópteros - todo o serviço de exames periciais dos pilotos. Faço o que costumamos fazer em casa - aperta daqui o orçamento, dali....e no fim dá para comprar um batom."

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