16ª edição da Carta do Seguro analisa o setor com base nos dados mais recentes

22 de Março de 2018

16ª edição da Carta do Seguro analisa o setor com base nos dados mais recentes

Enquanto ramo de Automóveis sobe, VGBL tem queda creditada ao ciclo econômico e à redução da taxa Selic

A 16ª edição da Carta do Seguro avalia o comportamento do mercado na média móvel dos últimos 12 meses até janeiro de 2018. Apesar da desaceleração identificada - 2,3% contra 4,6% no período imediatamente anterior - nota-se uma recuperação forte em ramos importantes no período de apuração.  Automóvel, por exemplo, cresceu 6,8%, ante 6,6% de janeiro de 2017. Vale destacar também a reação dos ramos habitacional (com alta de 9,8%; patrimonial – massificados (9,4%), devido aos crescimentos dos produtos residencial, condomínio e empresarial); e crédito e garantia (18%).

Em seu editorial, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, aponta que este ano se inicia com crescimento menor que o ocorrido no início de 2017, apesar de a média global não refletir mais as particularidades do mercado. Assim, no segmento de Pessoas, os planos de acumulação tiveram queda de 1,9%, com o VGBL particularmente afetado pelo ciclo econômico e dos negócios, que fizeram os investidores preferirem os ativos financeiros. 

A análise conjuntural do economista da Escola Nacional de Seguros Lauro Faria também aborda a retração de 23,4% do VGBL em aportes e prêmios, justificada pela redução da taxa Selic e seu consequente impacto sobre a rentabilidade desses planos. Entretanto, a expectativa de Lauro Faria é que o Banco Central seja bem mais conservador no processo de fixação da taxa Selic em 2018, prevendo a recuperação das inversões em VGBL à frente.

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