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CNseg projeta dois dígitos de crescimento dos seguros em 2021

Desempenho histórico tem sido acima do PIB, mostrando a resiliência do setor de seguros

15 de Dezembro de 2021 - Imprensa

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, promoveu uma coletiva de imprensa na tarde da terça-feira (14), em ambiente virtual, para apresentar o balanço do setor segurador em 2021. A coletiva contou com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e os Presidentes das quatro Federações que integram a Confederação: Antonio Trindade, da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Jorge Pohlmann Nasser, da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi); João Alceu Amoroso Lima, da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e Marcelo Farinha, da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). No encontro, a Confederação divulgou as projeções de crescimento para o setor segurador nacional para 2021 e 2022, cuja arrecadação atual representa 6,7% do PIB.

Desempenho do Setor

A CNseg avaliou que, sem considerar dados dos seguros saúde e DPVAT, o setor segurador deve fechar o ano com aumento de 14,1% sobre 2020 – em cenário otimista – e com crescimento de 9,4% em cenário pessimista. 

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, destacou os resultados do primeiro mês do quarto trimestre. “Os dados mais recentes, de outubro, sem considerar Saúde Suplementar e DPVAT, apontam arrecadação de R$ 303,4 bilhões, representando crescimento de 12,6% na variação em 12 meses móveis até outubro de 2021, sobre 2020”. Marcio Coriolano apresentou também números por segmentos de seguros:

  • Danos e Responsabilidades – alta de 13,3% na comparação dos 12 meses móveis até outubro de 2021, em relação a igual período de 2020;
  • Cobertura de Pessoas / Planos de Risco – evolução de 12,9% na comparação dos 12 meses móveis até outubro de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020;
  • Cobertura de Pessoas/ Planos de Acumulação – crescimento de 14% na comparação dos 12 meses móveis até outubro de 2021, sobre idêntico período de 2020;
  • Capitalização – incremento de 3,5% na comparação dos 12 meses móveis até outubro de 2021, em relação à igual período de 2020;
  • Saúde suplementar – alta de 7,1% nos quatro trimestres móveis findos no 3° trimestre.

O Presidente da CNseg ressaltou a reação forte do setor neste ano. Segundo ele, o setor “é muito sensível aos atributos da produção, emprego e renda”. E afirma: “É essencial um cenário macroeconômico de queda da inflação e redução da taxa de juros, que traga fôlego e renda para os consumidores. E destacou: “o crescimento real até outubro é o maior desde a década de 2010, com crescimento de 5% em termos reais. O desempenho histórico do setor de seguros tem sido consistentemente acima do PIB.”

A CNseg completou sete décadas em 2021. Atualmente, o setor segurador apresenta arrecadação anual que corresponde a aproximadamente 6,7% do PIB, gera mais de 175 mil empregos diretos e faz a gestão de investimentos equivalentes a cerca de R$ 1,3 trilhão, quase um quarto da dívida pública brasileira, o que o coloca entre os maiores investidores institucionais do país. 

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