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Os impactos financeiros, tecnológicos e regulatórios da pandemia no setor segurador são tema de caderno especial do Valor

25 de Março de 2021 - Imprensa

O Jornal Valor Econômico publicou nesta quinta-feira, dia 25, um caderno especial sobre o mercado segurador. Com base em números fornecidos pela CNseg, a publicação aponta os impactos da pandemia no setor segurador, as alterações no arcabouço regulatório da Susep, que prometem deixar o mercado mais competitivo e o movimento das seguradoras para aumentar os seus canais de distribuição por meio do ”bancassurance”, entre outros temas abordados.

Futuro incerto - Nova onda de covid-19 aumenta incertezas após ano em que o setor cresceu 1,3%

O agravamento da pandemia de Covid-19 fez com que, mesmo a previsão da CNseg de crescimento de 2,8% do setor em 2020, excluindo saúde suplementar e DPVAT, não se confirmasse. A arrecadação em prêmios da indústria avançou 1,3% no ano, em relação ao ano anterior, para R$ 273,7 bilhões. Ainda assim, informa a matéria, a indústria cresceu, ao passo que o PIB encolheu 4,1%.

De acordo com o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, ouvido na matéria, “se o cenário de aumento do contágio, adoção de novas medidas de isolamento e falta de um calendário de vacinação prevalecer, 2021 tende a ser pior. Se acelerarmos o passo das vacinas, dá para prever um segundo semestre melhor do que o ano passado”. Entretanto, ponderou ele, “o agravante é que, um ano depois, sequer temos horizonte de controle do vírus”.

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Mudança torna mercado mais competitivo - Susep flexibiliza regras, reduz custo operacional de seguradoras e resseguradoras e assegura solvência

Com a entrada em vigor, em janeiro deste ano, da Resolução 389 do CNSP que, em conjunto com a Resolução 388, estabelece a segmentação das sociedades seguradoras, sociedades de capitalização, de resseguradores locais e entidades abertas de previdência complementar, um antigo pleito do mercado, que era o princípio da proporcionalidade da regulação prudencial, finalmente se concretizou. Na prática, as exigências foram flexibilizadas de acordo com o perfil de risco de cada participante do mercado.

Segundo o Diretor-Executivo da CNseg Alexandre Leal, as mudanças são resultado de um amadurecimento de discussões entre a Susep e o mercado e não afetam a segurança dos clientes. “Não seria responsável da nossa parte aplaudir ou desejar uma regulação que pudesse trazer algum prejuízo ao cliente final. O mercado brasileiro fica em linha com as melhores práticas regulatórias internacionais, tratando de forma distinta as empresas com características distintas. Se o custo regulatório é menor, sobra mais dinheiro, mais tempo para as os participantes do mercado exercerem a criatividade no que é importante: produto, precificação, forma de venda ao cliente etc”.

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Tendências - Crescem as operações com bancos, cooperativas e fintechs - Setor firma parcerias para abrir canais de distribuição

O isolamento social gerado pela pandemia fez com que o setor buscasse fortalecer as parcerias com bancos, cooperativas e fintechs para ampliar os canais de distribuição de seus produtos em movimento conhecido como “bancassurance”, com resultados considerados bem acima da média.

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Gasto com indenizações e sinistros avança 8,3% - Exposição do setor à pandemia foi no geral pequena, uma vez que a maioria das apólices exclui esse tipo de evento das coberturas

Em 2020, o setor segurador retornou à sociedade, em sinistros, indenizações, benefícios, resgates e sorteios, o montante de R$ 151 bilhões, representando um crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior, de acordo com números fornecidos pela CNseg, que excluem saúde suplementar e indicam, em razão disso, que os números finais tendem a ser ainda maiores.

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Consumidor: a razão de ser da atividade seguradora

O caderno especial do Valor Econômico também trouxe um anúncio da CNseg sobre a Semana do Consumidor, evento online que será realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras nos dias 26, 27 e 28 de abril, a partir das 11 horas. Confira abaixo.

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