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Presídios administrados pela APAC são iniciativas positivas em tempos de crise no sistema prisional

Atenta à gravidade do problema, CNseg é uma das apoiadoras do Instituto Ação Pala Paz

30 de Maio de 2019 - Instituto Ação Pela Paz

 

Em tempos de crise no sistema prisional brasileiro, evidenciada, mais uma vez, pelos recentes acontecimentos nos presídios de Manaus, iniciativa no estado de Goiás chama a atenção pelo potencial de resultados positivos. 

Na cidade de Paraúna, são os próprios presidiários os responsáveis pela construção do presídio, contando, em troca, com reduções nas penas. O prédio, que terá 2 mil metros quadrados e deve custar cerca de 1,1 milhão de reais, está sendo construído com o dinheiro das multas judiciárias pagas por quem comete pequenos crimes e, quando pronto, será administrado pelos próprios presidiários. 

O projeto é gerido pela Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC), uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, dedicada à recuperação e reintegração social dos condenados às penas privativas de liberdade. O método da APAC já foi, inclusive, reconhecido pelo Prison Fellowship Internacional (PFI), organização não governamental que atua como órgão consultivo da Organização das Nações Unidas (ONU) em assuntos penitenciários, como uma alternativa para humanizar a execução penal e o tratamento penitenciário.

Em matéria produzida pela Record TV Goiás, o promotor de Justiça Luciano Miranda defende o modelo da APAC, afirmando que "já estão aí há mais de 40 anos mostrando resultados". Enquanto o custo de um detento em presídio tradicional custa 4 mil reais por mês, em média, no sistema APAC custa 1.200 reais, com um índice de reinciêndia de 15%, contra os 90% do sistema comum, afirma a reportagem. 

Atenta à gravidade dos problemas no sistema prisional, a CNseg é uma das apoiadoras do Instituto Ação Pela Paz, que também opera na ressociabilização de ex-detentos e foi ideializada pelo 1º vice-presidente da Confederação das Seguradoras, Jayme Garfinkel.

Assista abaixo a íntegra da matéria da Record TV Goiás

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