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Segunda edição do “Que seguro é esse?” focaliza proteção da vida: pandemia fortaleceu a conscientização

24 de Agosto de 2021 - Webinar

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, foi o anfitrião de mais uma edição do programa “Que Seguro É Esse?”, disponibilizado no canal da CNseg no YouTube nesta terça-feira, dia 24. 

Desta vez o foco foi o seguro de vida. O programa teve como convidados o Diretor-Executivo da FenaPrevi, Carlos de Paula, e a Presidente da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi e gerente de Governança da Bradesco Vida e Previdência, Ana Flavia Ferraz, que abordaram o seguro de vida, que apresentou um crescimento anual de 10% nos últimos cinco anos, um percentual duas vezes maior que a média geral do crescimento dos seguros, como lembrou Coriolano. 

De acordo com De Paula, esse bom desempenho reflete o processo de conscientização da sociedade em relação à relevância do seguro. Processo esse potencializado pela pandemia do novo coronavírus. “Entendo que, sem dúvida, a pandemia fortaleceu mais intensamente nas pessoas o conceito de finitude e, consequentemente, fortaleceu também a percepção da importância do seguro de vida”, complementou Ana Ferraz. 

Questionada pelo Presidente da CNseg sobre a ideia que as pessoas têm a respeito do preço dos seguros, a Presidente da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi afirmou que é possível encontrar seguros de pessoas por até R$10,00 por mês, como é o caso do seguro funeral, que faz parte do rol de seguros de pessoas. Ela explicou que o preço do seguro de vida varia em função das características do indivíduo, como gênero, hábitos sociais e prática de exercícios, entre outras, mas também varia em função de fatores inerentes ao próprio seguro, como carências e franquias, por exemplo. 

Sobre essa questão de preço, o Diretor-Executivo da FenaPrevi afirmou que a capacidade dos seres humanos de se associarem em benefício de um grupo mutualista é o que gera condições para que certos seguros possam caber no bolso de qualquer cidadão, inclusive daqueles com uma situação econômica mais humilde. De Paula lembrou, entretanto, da importância de se contar com um consultor, que é o corretor de seguros, na hora da contratação de um seguro de pessoas para ajudar a identificar qual o produto mais adequado para as necessidades da fase da vida em que a pessoa se encontra. 

Em resposta a um questão levantada pelo Presidente da CNseg sobre as variadas formas de contratação, Ana Ferraz disse, então, que além de serem contratados individualmente, os seguros de vida também são muito comuns na forma dos contratos coletivos, sendo esta uma prática usual de retenção de profissionais por parte das empresas. Nesses casos, a vigência costuma ser de um ano e o valor, bastante acessível, embora esse valor possa variar em função do número de pessoas que participam da apólice. 

Assista abaixo ao programa na íntegra 

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