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Sustentabilidade é matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros

Em ambiente marcado pela pandemia, publicação aborda temas atualíssimos, com foco na sustentabilidade, além de entrevista exclusiva com economista Marcelo Neri sobre o impacto da crise econômica na população pobre, matérias sobre a nova regulação dos seguros e sobre a ainda inconclusa reforma tributária

12 de Novembro de 2020 - Revista de Seguros

Um mundo entre dilemas e soluções emergentes é apresentado nesta nova edição da Revista de Seguros, enquanto a vacina redentora da Covid-19 é ainda uma promessa. A urgência da preservação sanitária e ambiental é tema da reportagem de capa e trata do renovado interesse dos conceitos de melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ASG ou ESG, na sigla em inglês).  E das enormes implicações desse avanço sobre os atuais modelos de negócios. Adesões a esses princípios começam a receber prioridade global e apoio importante no País.

A reportagem situa o setor de seguros nesse contexto de mudanças, tendo em vista a perspectiva de critérios mais seletivos de riscos e política de investimento em linha com os princípios ASG. “Há um entorno transformador para mitigar não só novas crises sanitárias, mas também para fortalecer os conceitos de melhores práticas ambientais, sociais e de governança, de enorme repercussão na vida das pessoas, das empresas e dos modelos de negócios”, assinala o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano

A pandemia produz um paradoxo econômico: desemprego e mercado informal em trajetórias opostas, contrariando a regra de estar em linha em períodos de crise econômica. O desemprego em alta não chega a ser uma boa notícia, mas saber que, ainda assim, houve uma queda de 24% da pobreza, quando mensuradas todas as fontes de renda (auxílio emergencial, aposentadoria, trabalho e programas sociais), é algo reconfortante em dias de tantas incertezas. Em números, são 15 milhões de pessoas que cruzaram a linha da pobreza. Esses enigmas são tratados na entrevista exclusiva dada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas.

Mas não há dúvidas: emprego e renda, duas variáveis afetadas pela pandemia e estratégicas para o setor de seguros, precisam recuperar a trajetória positiva. Quais os caminhos para os severos danos produzidos? A convite da Revista de Seguros, os economistas Marcos Hecksher (Ipea), Hélio Zylberstajn (USP) e Sérgio Vale (MB Associados) refletem sobre o tema. Na receita da retomada, investimentos em infraestrutura e continuidade das reformas estruturais.

Reportagem importante reúne especialistas de múltiplas disciplinas, como Neurociência e Psicologia Econômica, para esquadrinhar o futuro pós-pandêmico no País. Um futuro ainda mais desafiante para educação, segmento estratégico castigado pelas regras do isolamento social e perda de renda dos provedores. O aumento da inadimplência no ensino superior privado passou de 15% para 40%, em média, e, nas escolas de educação infantil, um número elevado fechou as portas. A nova edição avalia a evolução do marco regulatório de seguros e aborda ainda a reforma tributária e os riscos de oneração do seguro.

Leia abaixo a publicação na íntegra

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