Imprensa 30/04/2025

Folha de S.Paulo: Tragédia no RS impulsiona contratações, e seguros têm arrecadação recorde

Com R$ 436 bilhões em arrecadação, o setor segurador apresentou em 2024 um crescimento de 12%, na comparação com o ano anterior, um recorde mesmo se descontada a inflação, afirmou o jornal Folha de S.Paulo, com base em dados fornecidos pela CNseg.

De acordo com o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, esse bom desempenho foi influenciado pelo impacto das enchentes de maio do ano passado no Rio Grande do Sul, que levou a essa contratação recorde de seguro. "Ficou essa maior percepção, o maior interesse das pessoas em geral, sobre como se precaver e como lidar com esse tipo de situação", afirmou o executivo.

No Rio Grande do Sul, no segundo semestre de 2024, o ritmo de contratação de seguros chegou a superar a média nacional em quase todos os segmentos de seguros, com as maiores altas anuais nas contratações registradas nos seguros patrimoniais (16,3%), de cobertura de pessoas (15,6%) e nos seguros de pessoas (16,2%). Já no primeiro bimestre de 2025, o salto foi proporcionado pelo seguro habitacional, com uma alta de 51,9% nas contratações.

Entretanto, o aporte em previdência privada nos primeiros meses deste ano recuaram 9,8%, evidenciando, segundo Dyogo Oliveira, que as famílias gaúchas “ainda estão com suas finanças comprometidas".

A matéria da Folha de S.Paulo também cita a proposta da CNseg endereçada ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Congresso de criação de um seguro social de catástrofe, de modo a indenizar todos os afetados imediatamente com R$ 5.000 por moradia. Esse seguro seria financiado por uma taxa mensal de R$ 2 a R$ 3 em contas de serviços públicos, com isenção para participantes de programas sociais.

Outra pauta da CNseg citada é a da ampliação do seguro rural para valores a partir de R$ 100 mil. 

A matéria completa pode ser lida no site no jornal clicando aqui (exclusiva para assinantes)

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